Luiz Felipe H. A Moura
Co-Founder / CEO

Aos 20 anos Luiz Felipe se tornou mergulhador de cavernas pela National Speleological Society Inc., participando de inúmeras expedições no Brasil. Especializou-se em planejamento de mergulhos profundos, em caverna, e mudou-se para o sertão da Bahia onde viveu 2 anos explorando esses lençóis numa região muito seca, onde conviveu com comunidades carentes. Lá teve seu primeiro contato com questões sociais dramáticas e ao mesmo tempo com um potencial natural inestimável, passou a compreender a educação como única saída para autonomia dessas civilizações marginalizadas, ou, com pouca presença do Estado.

Em 2008 foi convidado pelo principal instituto de pesquisa científica do Brasil – o Butantan para implantar uma base avançada da instituição na Amazônia através da sua ONG – Ama Brasil. Então iniciou um estudo de como levar investimento para as escolas da região tendo a tecnologia como a grande estrada do séc. XXI e o seu potencial para criação de uma rede de conhecimento e troca de experiências através do uso de dispositivos móveis.

Criou a primeira rede social restrita à educação – o faceduc.com. Em 2011 trabalhou com 5 mil alunos num modelo de educação colaborativa através da criação de “Storytellings”, que aliado a um plano pedagógico curricular estruturado, desperta a iniciativa do aluno na busca pelo conhecimento e pela investigação. Teve como mérito o faceduc.com ser incorporado por uma das mais qualificadas redes de ensino privado em 2014 do Brasil – o Colégio Porto Seguro.

Recebeu reconhecimento e apoio do Governo do Estado do Pará pelo seu trabalho, que elevou em média 35% o índice de educação com a implantação de um programa que capacitou professores e alunos para autoria digital, ou seja, recriam seus materiais oriundos de outras regiões para adaptá-los à uma linguagem feita por eles próprios. Seu programa pedagógico baseia-se na aplicação prática e cotidiana do conhecimento.

Já escreveu e produziu 100 episódios de animações em 3D num modelo de edutainment (educação com entretenimento), premiadas internacionalmente através da sua editora/produtora magma cultural e distribuídas pelo Ministério da Cultura para 50 mil escolas. Publicou inúmeros livros e cartilhas, levou ciência numa linguagem irrestrita a milhares de jovens. Foi vencedor do premio Jabuti e ADVB Top Social e hoje escreve as aventuras que inspiram os jovens através de sua rede social o faceduc.com. Está a 8 anos na Amazônia conhecendo, descobrindo e difundindo conhecimento através do uso de tecnologia.

Seu programa foi em 2015 contemplado para receber recursos a fundo perdido do BNDES e novamente do Governo do Estado, propondo seu novo modelo de educação colaborativa já qualificado pelo MEC para utilização nas escolas públicas do Brasil, através do Guia de Tecnologias Digitais – MEC. Seu plano agora é conectar 200 escolas privadas à essa base dando escala em sua experiência de conectar diferentes culturas para criar um modelo sustentável e economicamente rentável para seu programa e seus investidores.